Consultoria oferece soluções que incluem equipamentos, como catracas e controle de acesso digital, e softwares de gestão

 

Parece cena de filme: um ataque hacker dá acesso ao sistema de um banco e, em poucos minutos, as portas de segurança se abrem e até os cofres ficam vulneráveis. Por meio de um ciberataque, as instalações físicas da instituição são atacadas. A integração entre segurança cibernética e segurança física é cada vez mais necessária, sobretudo em médias e grandes corporações, com foco na garantia de que episódios como esse fiquem restritos ao cinema.

Até pouco tempo, esses modelos de segurança eram tratados de maneira independentes. A segurança física protegia o patrimônio e era composta por uma estrutura de softwares e hardwares própria. Já os dados da empresa eram cuidados de outra forma, normalmente por outras equipes, sem um diálogo obrigatório com a guarda dos bens “materiais”. Isso mudou.

Especialistas e executivos da área de segurança alertam para a necessidade de integrar segurança física e segurança cibernética de maneira definitiva, de modo a evitar que a lacuna deixada por um dos segmentos afete o outro.

Hoje já não se sabe o que é mais valioso no contexto das organizações. Seu patrimônio instalado, o que inclui a sede, os equipamentos e eventualmente bens e numerários – ou o patrimônio digital, como os dados, a política de confidencialidade e o histórico de negócios e transações.

Em empresas de tecnologia ou de produção de conteúdo, por exemplo, essa dualidade fica ainda mais clara. O que “vale” mais nem sempre é o que está palpável – em um pequeno escritório.

Integração

A integração entre os dois sistemas de segurança denota inteligência de gestão e zelo pela guarda dos bens patrimoniais e do capital simbólico da empresa. A segurança cibernética precisa estar blindada não apenas contra ataques de hackers, mas de vírus e robôs que corrompem os sistemas, sequestram dados, descortinam senhas, apagam bancos de informações.

Ao mesmo tempo, a segurança física precisa estar equipada com poderosos controladores de acesso, monitorados por meio de softwares remotos eficientes, e que permitem a entrada e a saída de pessoal autorizado por meio de instrumentos de identificação variados (biometria, senhas, cartões de proximidade, etc.).

Se os dois sistemas não dialogam, é possível desautorizar a entrada de pessoal por meio de uma invasão cibernética – apenas para ficar em um exemplo superficial. Também não é impossível desativar sistemas de alarmes a distância, o que possibilitaria um furto igualmente cinematográfico.

Especialistas alertam ainda para a chegada da Internet das Coisas (IoT), que no Brasil promete ganhar musculatura com o avanço da internet 5G. É bem provável que em um futuro próximo as “coisas” se comuniquem conosco por meio de dispositivos eletrônicos e, nessa hora, a segurança física e a segurança cibernética deverão ter se tornado parte de um mesmo projeto.

Consultoria

A Slim Tech é uma organização composta por profissionais especializados na consultoria e instalação de hardwares e softwares para segurança eletrônica, automação comercial e gestão de recursos humanos. Oferece soluções customizadas e equipamentos, como catracas, controle de acesso digital, relógios de ponto e outros acessórios, além de softwares de gestão. Toda informação é armazenada nos terminais e a regra de acesso é validada no próprio terminal.