“É como se fosse uma prisão domiciliar”, diz brasileira residente em Wuhan

Wuhan, na China, vive em uma espécie de quarentena. A entrada e a saída da cidade, com 11 milhões de habitantes, estão bloqueadas pelas autoridades. O transporte público parou de circular e as aulas foram suspensas. Segundo reportagem da BBC, a brasileira Reisi Liao há uma semana praticamente não sai de casa e, com um bebê de dois anos, evita inclusive descer para as áreas comuns do condomínio para manter o filho longe do vírus que já matou mais de 130 pessoas na China (dados oficiais).  

A OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou alto risco global diante dessa pandemia. No Brasil, o Ministério da Saúde elevou, nesta terça-feira, 28, a classificação de risco do Brasil para o nível 2, que significa “perigo iminente”. Mas ainda há poucas informações sobre medidas a serem tomadas. Há pelo menos três casos com suspeita da doença no País.

O novo vírus ataca o sistema respiratório e se espalhou a partir da região de Wuhan, na China. Ele pertence à família dos coronavírus, um grupo que reúne desde agentes infecciosos que provocam sintomas de resfriado até outros com manifestações mais graves, como os causadores da Sars (sigla em inglês para Síndrome Respiratória Aguda Grave) e da Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio).

Assim como em outras epidemias, os síndicos devem realizar campanhas informativas com cartazes e comunicados individuais.

Alguns pontos importantes a serem destacados.

– O que é a doença, sintomas e transmissão.

– Formas de prevenção

– Frisar a importância de relatar casos suspeitos à administração condominial, que deve comunicar ocorrências às autoridades sanitárias.

O condômino também deve, caso haja a ocorrência ou suspeita de alguém contagiado em sua casa ou escritório, informar a administração para que se tomem as devidas providências a fim de evitar que a doença se alastre. E essa providência passa, necessariamente, pela imediata notificação ao Ministério da Saúde, ou ao serviço público de saúde local, a quem caberá implementar as medidas de isolamento e o que mais couber.

A Acresce disponibiliza o seguinte link da Fiocruz para orientar condomínios e síndicos de Condomínios residenciais e comerciais: 

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1735-fiocruz-acompanha-situacao-do-novo-coronavirus-no-brasil

Leia complemento desta matéria no Informativo intitulado: “Prevenção de doenças contagiosas em condomínios – Como administrar sem risco de incorrer em crime de discriminação”.

ACRESCE – ASSOCIAÇÃO DOS CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS

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