Acresce vê como opção autoatendimento de produtos a condôminos

Por: da Redação

Iniciativa de empresa franqueadora busca junto aos síndicos prover necessidades de varejo dos moradores, sem que precisem sair do condomínio

Quiosques de autoatendimento para compra de bebidas, enlatados, grãos, farináceos, doces, chocolates em barra, entre outros produtos

O potencial de consumidores nos condomínios residenciais e comerciais tem atraído o interesse de empresas que exploram o varejo nesses locais. Atenta às necessidades dos condôminos e às atuais circunstâncias impostas aos moradores pela pandemia, a Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais (Acresce) ouviu uma empresa que explora o varejo nos condomínios, através de quiosques de autoatendimento à compra de bebidas, enlatados, grãos, farináceos, doces, chocolates em barra, entre outros produtos.

Em entrevista à associação, Carlos Gonzales, diretor da franqueadora Nou Market, empresa que implanta o sistema nos condomínios, trouxe detalhes sobre o processo para a comercialização desses produtos.

Comissão ao condomínio

Gonzales explicou o tempo necessário para que o quiosque esteja implantado, como utilizá-lo, as vantagens para os usuários  e aos condomínios que, segundo ele, além de não terem qualquer custo com sua implantação, recebem de volta de 3% a 6% do montante consumido mensalmente nos quiosques.

Ainda conforme a franqueadora, o mais importante é que a implantação do sistema dispensa qualquer burocracia. Gonzales destaca na entrevista que, não há necessidade de realização de assembleia no condomínio para aprovação dos quiosques, isso porque, de acordo com ele, as mudanças não envolvem custos/despesas condominiais, assim como dispensa qualquer contratação, tendo em vista que as áreas ocupadas poderão ser retomadas a qualquer tempo, mediante simples pedido do condomínio, disse.

Durante o bate-papo, o representante da Nou Market também ressaltou que não há quaisquer riscos tributários, empregatícios ao condomínio com a operação.

Ao concluir sua participação na entrevista, o empresário demonstrou confiança nos síndicos e administradoras de condomínios no sentido de sentirem-se encorajados a, “pelo menos”, contatar a sua empresa para conhecer melhor o serviço que oferece.

 

Veja também:

+ Minimercado com autoatendimento em condomínios residenciais, Nou Market beneficia moradores e valoriza imóveis

Megavazamentos de dados deflagram guerra cibernética total, prevendo-se endurecimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

 

Diante de inevitável retaliação jurídica, condomínios precisam acelerar medidas preventivas para evitar danos a moradores, funcionários e terceiros.

Agora é guerra total. Os megavazamentos de dados revelados nas últimas semanas, com mais de 223 milhões de CPFs de pessoas vivas e falecidas além de 100 milhões de contas de celulares, inclusive de altas autoridades, são um prenúncio de que é iminente um endurecimento da Lei Geral de Proteção de Dados com suas respectivas penalidades. Se os condomínios já estavam correndo riscos por permanecer à margem da lei, agora, diante dessa avassaladora realidade e suas implicações, a situação se agravou.

No campo dos dados, pode-se falar que, ao longo do tempo, os efeitos deletérios dos vazamentos passaram de surto a epidemia e, agora, estamos em plena pandemia. O paralelo com o campo da saúde se aplica. Fenômenos semelhantes ao que ocorreram no Brasil são registrados mundo afora. Segundo a PSafe, cada registro brasileiro estava sendo vendido a US$ 1.

Supostas origens desses vazamentos aqui – Serasa, operadoras de telefonia – negam culpa no cartório. Mas as investigações prosseguem. Até onde se sabe, o principal elemento agiu a partir do Leste Europeu, onde a herança da Guerra Fria travada principalmente no campo da espionagem é ainda muito presente.

Escasseiam no mercado especialistas em segurança cibernética. Mas acomodar-se, agora, é a pior opção – como sempre, aliás.

Condomínios

A LGPD entrou em vigor no ano passado. Ela determina a transparência em relação ao uso de dados pessoais, exigindo respeito à privacidade, inviolabilidade da intimidade, da imagem, em suma, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais (pessoas físicas). O foco está no tratamento de dados, assim conceituado como toda operação realizada com informações pessoais.

Condomínios coletam dados de moradores, usuários, visitantes, entregadores, prestadores de serviços para o próprio condomínio, de fornecedores de bens e serviços para os moradores e usuários. Portanto, são obrigados a cumprir a LGPD.

A ACRESCE (Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais) oferece orientação sobre a nova legislação em seus aspectos técnicos e jurídicos. Esse atendimento é oferecido gratuitamente pela ACRESCE aos seus associados, condomínios residenciais, comerciais, de casas e lotes.

Cadastre-se, veja o vídeo e associe-se. Você só tem a ganhar!

https://acresce.org.br/lgpd/

Momento Acresce n.0 2 – Entrevista Carlos Gonzales, Diretor da Nou Market

 

Já que, como temos comprovado, o propósito da ACRESCE vai além da busca por redução de custos e despesas condominiais, dando sequência ao nosso compromisso com inovações que facilitem a vida em condomínio entrevistamos, nesta edição, Carlos Gonzales, Diretor da Nou Market.

Nou Market é empresa que implanta, em condomínios, quiosques de autoatendimento visando facilitar acesso rápido a itens de consumo, como bebidas, enlatados, grãos, farináceos, doces, chocolates em barra, etc, etc.

E a experiência para o usuário tem sido tão exitosamente agradável que inúmeros Condomínios já vêm sendo cobrados pelos moradores/usuários a implantar esse tipo de serviço, como atesta a divulgação na imprensa em geral (jornais, TV, etc). 

Essa tendência que atende à comodidade do morador/usuário é confirmada nessa entrevista em que Carlos Gonzales, da Nou Market, explica desde o contato com o condomínio, os trâmites que sucedem a esse contato inicial, o tempo necessário para que o quiosque esteja implantado, como utilizá-lo, vantagens para os usuários, vantagens para os condomínios — que, além de não terem qualquer custo com sua implantação, recebem de volta de 3% a 6% do montante consumido mensalmente nesses quiosques.

Mais importante: sua implantação dispensa qualquer burocracia, como realização de Assembleias para sua aprovação, desnecessária justamente por não envolver custos/despesas condominiais, assim como dispensa qualquer contratação porque os espaços utilizados pelos quiosques poderão ser retomados a qualquer tempo, mediante simples pedido do Condomínio. 

Não há riscos tributários, empregatícios, etc, etc, conforme poderá ser observado por aqueles que assistirem ao conteúdo do vídeo que veicula esta presente entrevista.

Esperamos que muitos Síndicos e Administradores sintam-se encorajados a, pelo menos, contatar a Nou Market para se inteirar do passo a passo e da simplicidade com que esse conforto poderá ser oferecido para todos os moradores/usuários dos Condomínios em geral. Lembrem-se: é sem compromisso.

Continue acompanhando essa nossa empolgante iniciativa que consiste em disponibilizar o que há de melhor para a facilitação da vida em condomínio, ou do trabalho em condomínio.

Nas próximas edições muito mais novidades virão por aí. Aguarde!

Muito obrigado.

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+ Minimercado com autoatendimento em condomínios residenciais, Nou Market beneficia moradores e valoriza imóveis

A Má Vontade Política para a  Redução do IPTU em SP

Apesar de situação financeira positiva, a administração da cidade de São Paulo é irredutível em relação ao IPTU

Por: * Adonilson Franco

A situação financeira do município de São Paulo foi considerada “Boa”, de acordo com estudo da Consultoria Tendências, divulgado no final do ano passado. Dentre as capitais, ficou atrás apenas de Curitiba, Rio Branco e Boa Vista, atingindo nota 7,94.

Mesmo com congelamento do imposto anunciado pelo prefeito Bruno Covas, 37% dos contribuintes tiveram aumento em 2021. (Assista a entrevista do subsecretário da Fazenda Municipal sobre IPTU 2021 no SPTV Globo)

No ano passado, houve repasses do governo federal a estados e municípios, em função da pandemia, e a queda da arrecadação foi menor que o esperado. Essa folga no caixa, no entanto, não demove os governantes, inclusive, na capital paulista, de sua fúria arrecadatória.

Reportagem do G1 (1/12/2020) cita Marcos Mendes, professor do Insper:

“Historicamente, a saúde financeira das cidades sempre foi melhor que a dos estados. Com a Constituição de 1988, os municípios foram os entes federativos mais beneficiados com aumento de receita. Os municípios comem pelas beiradas. Eles têm a marcha nacional dos prefeitos, vão para Brasília e conseguem uma receitinha a mais aqui, uma transferência a mais ali. Nunca é um grande repasse, é sempre alguma coisa na margem e, com isso, vão equilibrando as contas.”

IPTU

É patente que o paladar dessa gula tributária municipal recai sobre o Imposto Predial e Territorial e Urbano (IPTU).

A partir da revisão legislativa, em 2013, da Planta Genérica de Valores e expansão da Zona Fiscal 1 no município de São Paulo, vêm ocorrendo aumentos significativos nos valores dos carnês em São Paulo. Além disso, o IPTU continua sendo uma caixa preta. Ninguém sabe o que está pagando.

As incongruências são muitas. Só especialistas conseguem entender os números mediante auditoria, como faz a Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais (Acresce). Quando o contribuinte resolve pedir revisão na prefeitura, costuma deparar-se com a má vontade dos funcionários.

A maior parte do orçamento paulistano é de gastos de natureza obrigatória com pessoal. Mesmo com a reforma da contribuição previdenciária ocorrida em 2018. Os raros projetos na Câmara Municipal no sentido de favorecer o contribuinte costumam ser travados pela direção da Casa.

Penhora

O IPTU não pago autoriza a Procuradoria Municipal a iniciar Execução Fiscal contra o proprietário, recaindo a penhora e subsequente execução sobre o próprio imóvel. As principais vítimas são pessoas da Terceira Idade, aposentados, que sofrem com o achatamento da renda.

Diante desse quadro, a Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais (Acresce) está aliada ao movimento IPTU JUSTO, formado por associações de bairro da maior metrópole brasileira, nessa luta por maior transparência e ajustamento dos valores cobrados à capacidade de pagamento dos contribuintes.

Junte-se a nós!

*Adonilson Franco é advogado e presidente da Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais (Acresce).

Apesar de situação financeira positiva, a administração da cidade de São Paulo é irredutível em relação ao IPTU

 

Mesmo com congelamento do imposto anunciado pelo prefeito Bruno Covas, 37% dos contribuintes tiveram aumento em 2021 (*)

A situação financeira do município de São Paulo foi considerada “Boa”, de acordo com estudo da Consultoria Tendências divulgado no final do ano passado. Dentre as capitais, ficou atrás apenas de Curitiba, Rio Branco e Boa Vista, atingindo nota 7,94.

No ano passado, houve repasses do governo federal a Estados e Municípios, em função da pandemia, e a queda da arrecadação foi menor que o esperado. Essa folga no caixa, no entanto, não demove os governantes, inclusive na capital paulista, de sua fúria arrecadatória.

Reportagem do G1 (1/12/2020) cita Marcos Mendes, professor do Insper:

“Historicamente, a saúde financeira das cidades sempre foi melhor que a dos Estados. Com a Constituição de 1988, os municípios foram os entes federativos mais beneficiados com aumento de receita. Os municípios comem pelas beiradas. Eles têm a marcha nacional dos prefeitos, vão para Brasília e conseguem uma receitinha a mais aqui, uma transferência a mais ali. Nunca é um grande repasse, é sempre alguma coisa na margem e, com isso, vão equilibrando as contas.”

IPTU

É patente que o paladar dessa gula tributária municipal recai sobre o IPTU (Imposto Predial e Territorial e Urbano).

A partir da revisão legislativa, em 2013, da Planta Genérica de Valores e expansão da Zona Fiscal 1 no Município de São Paulo, vêm ocorrendo aumentos significativos nos valores dos carnês em São Paulo. Além disso, o IPTU continua sendo uma caixa preta. Ninguém sabe o que está pagando.

As incongruências são muitas. Só especialistas conseguem entender os números mediante auditoria, como faz a Acresce – Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais. Quando o contribuinte resolve pedir revisão na Prefeitura, costuma se deparar com a má vontade dos funcionários.

A maior parte do orçamento paulistano é de gastos de natureza obrigatória com pessoal. Mesmo com a reforma da contribuição previdenciária ocorrida em 2018. Os raros projetos na Câmara Municipal no sentido de favorecer o contribuinte costumam ser travados pela direção da Casa.

Penhora

O IPTU não pago autoriza a Procuradoria Municipal a iniciar Execução Fiscal contra o proprietário, recaindo a penhora e subsequente execução sobre o próprio imóvel. As principais vítimas são pessoas da Terceira Idade, aposentados, que sofrem com o achatamento da renda.

Diante desse quadro, a Acresce (Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais) está aliada ao movimento IPTU JUSTO, formado por associações de bairro da maior metrópole brasileira, nessa luta por maior transparência e ajustamento dos valores cobrados à capacidade de pagamento dos contribuintes.

Junte-se a nós!

 

+ (*) SP TV (Rede Globo) entrevista Subsecretário da Fazenda Municipal sobre IPTU 2021

+ Momento Acresce nº 1 – Tema IPTU

 

CLICAR NO VÍDEO PARA ACESSAR SUA ÍNTEGRA

Se o vídeo não estiver disponível, clique aqui!

 

Anotamos em destaque, em matéria divulgada neste site em 23 de dezembro de 2020, o seguinte: “NOTA: não se iludam com a notícia, veiculada pela imprensa, de que em 2021 não será aplicada, no Município de São Paulo, a correção, pela inflação, da Planta Genérica de Valores. Isso não significa que o imposto não irá aumentar comparativamente a 2020.”

Não poderíamos ter sido mais certeiros em nossa previsão. A entrevista postada nesta matéria, em que o jornalismo da Globo entrevistou, em 02 de fevereiro de 2021, o Subsecretário de Finanças da Fazenda Municipal, comprova isto ao afirmar que 37% dos carnês virão, em 2021, com aumento do IPTU comparativamente a 2020.

E mais ainda: não se esqueça que essa diferença agora não cobrada em 2021 virá em 2022.

Começamos, antes mesmo dessa entrevista aqui postada, a constatar esse aumento nas auditorias por nós realizadas nos carnês desse imposto para o ano de 2021.

Impressiona que o IPTU não representa um problema que se limita ao município de São Paulo. Temos diversas ações contra a cobrança desse imposto no interior paulista em que confirmamos o grave problema social que representa. Num desses casos o Município, sem saber o que fazer ante a “chuva” de ilegalidades e inconstitucionalidades inseridas em suas legislações locais, chamou-nos para um acordo em que se propõe a reduzir o IPTU em 30%!

Por essa razão estamos preparando uma ação coletiva que terá por objetivo beneficiar grande parte dos contribuintes paulistanos, aposentados, independentemente de serem, ou não, associados da ACRESCE.

É a ACRESCE, com mais essa iniciativa, cumprindo sua função social.

Divulgaremos essa iniciativa no momento oportuno.