Atenção: foto do equipamento, acima, meramente ilustrativa sem qualquer compromisso com o fabricante

Veja, ao final, esquema gráfico e animação do funcionamento da cogeração a partir de material visual disponível no site da Comgás

 

Como economizar de 20% a 50% nas contas de gás e de energia elétrica combinadas

 

Entre 2007 e 2017, ou seja, durante 10 anos, vigorou no município de São Paulo legislação (Lei 14.459/2007, regulamentada pelo Decreto 49.148/2008) que obrigava os condomínios residenciais e comerciais a dispor de aquecimento da água por energia solar.

Além disso, resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica liberava centrais térmicas de produção de energia nos condomínios. Os edifícios passaram a dispor de circuitos fechados de água aquecida por energia solar, atendendo áreas comuns e as unidades privativas (apartamentos, conjuntos, etc).

No caso de condomínios residenciais, os projetos aprovados a partir de então, contemplando até 3 banheiros por unidade, deveriam apresentar estrutura para aquecimento solar. Ou, nos casos de 4 banheiros ou mais, ser entregues com o sistema funcionando.

A fonte de energia solar teria de responder por pelo menos 40% da água quente servida. Alguns edifícios, mesmo desobrigados de oferecer essa solução, passaram a disponibilizá-la. Edifícios mais antigos puderam utilizar essa tecnologia para aquecimento solar da água da piscina ou como fonte complementar para prédios abastecidos por central de água quente a gás.

Os benefícios apontados por aqueles que adotaram essa solução tornaram-se evidentes: custo menor e ganho ambiental.

 

Revogação e normativa da ANEEL

 

A Lei 16.642/2017 substituiu a Lei 14.459/2007 e não repetiu aquela exigência de prover os edifícios condominiais de sistema de aquecimento solar.

O que veio a seguir foi a Resolução 482/2012 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), que disciplinou a geração de energia elétrica pelo próprio consumidor, denominando-a “microgeração”. Isso permitiu que o consumidor passasse a instalar pequenos geradores locais em sua unidade consumidora – condomínios residenciais e comerciais, por exemplo – e ofereceu ainda a possibilidade de trocar energia com a distribuidora local (no município de São Paulo, a Enel) visando reduzir o valor da fatura de energia elétrica.

 

Flexibilização

 

Em 2015, as regras da Resolução 482/2012 foram aprimoradas, entrando em vigor, a partir de março de 2016, a permissão do uso de qualquer fonte renovável de geração de energia e cogeração qualificada.

Hoje, a cada momento em que a quantidade de energia gerada no edifício supera a energia consumida pelo mesmo, o excedente é exportado para a rede da distribuidora, produzindo créditos utilizáveis para abater do consumo da fatura mensal. Tais créditos são cumuláveis a até no máximo 5 anos.

 

Gás

 

Uma das principais barreiras para a viabilidade de geração de água quente nas condições anteriormente exigidas em Lei a partir de placas solares é a indisponibilidade de área suficiente no condomínio para a instalação das mesmas. A alternativa passou a ser o gás.

A propósito, considerando que uma placa solar de cerca de 1×2 metros (2 m2) produz cerca de 40 kWh/mês e que uma residência consome em média 300 kWh/mês, seriam necessárias cerca de 8 placas (16 m2) exclusivamente para produzir energia consumida em uma única residência. Se considerarmos que num condomínio coabitam diversas residências, ou salas comerciais, o espaço exigido para a disposição de placas solares é muito grande.

O gás se apresenta, então, como uma solução absolutamente viável.

 

Boiler + Piscina

 

A infraestrutura construída nesses 10 anos de vigência da Lei 14.459/2007 possivelmente já é bastante razoável. E a adaptação dos imóveis construídos antes disso ou após isso deve ser fortemente considerada. Isso porque esses sistemas de aquecimento central de água (boiler) já estão disponíveis ou poderão vir a ser implementados nos condomínios residenciais e comerciais.

Como a normativa da ANEEL autoriza a aprovação do sistema de cogeração para aquecimento de água, se um condomínio tem piscinas a serem aquecidas com, no mínimo, 250 m2 de área (é isso mesmo m2, não m3), já se justifica o investimento nesse projeto.

A economia, segundo dados da Comgás, pode girar em torno de 20% a 50%, dependendo das características de cada empreendimento, a partir da redução dos gastos mensais com energia elétrica e, também, com o aquecimento de água.

E quando se cogita do aquecimento de água, estão abrangidas aí tanto a piscina quanto a central (boiler), lembrando que a água aquecida pelo boiler pode ser disponibilizada, dependendo da infraestrutura existente ou a ser implantada, para todos os usuários individualmente em suas unidades (apartamentos ou salas comerciais).

Mais ainda: quando se fala na economia com o aquecimento de água a partir do gás, há economia também no custo do gás pois o condomínio passa a ser considerado grande consumidor e, consequentemente, tarifado com as vantagens aplicáveis a essa faixa de consumo.

 

Matrizes

 

Economia na energia elétrica e economia no consumo do gás – daí porque o ganho situa-se na faixa entre 20% a 50% do consumo de ambas as matrizes energéticas (energia elétrica + gás). O excedente da produção de energia não consumida, transformado em créditos, pode ser utilizado em até 5 anos, conforme exposto.

Lembrando que, em média, os gastos com energia elétrica (apenas das áreas comuns das edificações) representam aproximadamente 10% das despesas totais condominiais. A economia possibilitada por essa solução aqui indicada pode alcançar também as contas de energia elétrica e de gás das unidades individuais.

Como a geração de energia elétrica é produzida a partir de equipamentos geradores a gás, a Comgás disponibiliza relação de empresas capacitadas no mercado que analisam previamente todos os detalhes do empreendimento e viabilidade econômica do investimento. O financiamento concedido por essas empresas pode chegar a até 100% do equipamento. Além do projeto, essas empresas oferecem a manutenção pelo período contratado.

A economia nas contas de energia elétrica e de gás estará, assim, garantida, assegurado o retorno do investimento em prazo compatível com a economia gerada.

 

Acresce

 

A Acresce trabalha para ampla divulgação dessa vantagem e, proximamente, divulgará evento para o qual convidará potenciais interessados. Esse tema é de elevado interesse para a Acresce pois representa um passo enorme no cumprimento dos objetivos institucionais desta associação: redução de custos e despesas condominiais.

ESQUEMA GRÁFICO

Aquecimento De Água E Cogeração De Energia Elétrica: Como Economizar De 20% A 50%

 

ANIMAÇÃO INSTITUCIONAL COMGÁS

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