Por quê vale à pena se associar à ACRESCE?

Bem, para responder a isto vamos reiterar o que já informamos em diversas manifestações nossas, dentre elas, na aba “A ACRESCE“, especialmente na sub-aba “O QUE FAZEMOS, ONDE ATUAMOS, COMO FAZEMOS, A QUEM APOIAMOS“, onde deixamos claro que o propósito de sua criação foi buscar a redução de custos e despesas condominiais dos Condomínios Residenciais, Comerciais e dos Condomínios Fechados. Portanto, não faria sentido algum cobrar taxas associativas que representassem peso nas despesas condominiais.

Por isso, nossa opção foi por fixar taxas, com o perdão da palavra, “ridículas”, insignificantes. E conseguimos atingir esse objetivo.

O custo de se associar é igual a:

  • Unidade Residencial: R$ 1,00/mês até o máximo de R$ 3,00/mês por apartamento (ou R$ 12,00/ano a R$ 36,00/ano).
  • Unidade Comercial: R$ 2,00/mês até o máximo de R$ 6,00/mês, por conjunto comercial, podendo alcançar de R$ 10,00/mês a R$ 15,00/mês quando o conjunto ocupar um andar inteiro (ou seja, de R$ 24,00/ano a R$ 72,00/ano; ou, no caso de andar comercial, de R$ 120,00/ano a R$ 180,00/ano).
  • Condomínios Fechados: R$ 20,00/mês a R$ 75,00/mês (ou R$ 240,00/ano a R$ 900,00/ano).

No caso de unidades residenciais, o custo associativo mensal é menor que o preço de um cafezinho. E, anual, não paga um almoço executivo. No caso de condomínios comerciais não é muito diferente. Idem quanto aos condomínios fechados.

E o que oferecemos? Redução de custos e despesas condominiais que pagam com incomparável folga as nossas taxas associativas. Pegue-se como exemplo a redução de 10% concedida por fornecedores detentores de nosso Selo de Qualidade. Ou, então, por nossos “Patrocinadores” (10% sobre uma pintura de prédio equivale, sozinha, a no mínimo R$ 20 mil de ganho para o Condomínio).

Quando a ACRESCE garante que um fornecedor de bens ou serviços detentor de Selo de Qualidade pode ser contratado com segurança porque toda a checagem sobre sua idoneidade e pontualidade foi previamente pesquisada e anualmente renovada, qual o ganho que isto representa?

Para responder a isto vamos nos valer de um caso concreto que dá bem a dimensão do que estamos cogitando: um Condomínio Residencial onde anteriormente residimos contratou a blindagem de sua guarita com instalação também de porta blindada, com passa-objetos, para acesso à sua área interna. No contrato estava previsto o emprego de chapa de aço de espessura exigida pelos órgãos de segurança, além de pintura eletrostática automotiva.

Quando o passa-objetos apresentou defeito e o fornecedor se recusou a refazer os trabalhos, foi chamada outra empresa que verificou que nem a espessura do material blindado, tampouco sua pintura, atendiam ao que foi contratado. Além do que o prazo previsto para conclusão dos trabalhos já havia há muito excedido.

O fornecedor contratado, notificado extrajudicialmente, negou-se a refazer o trabalho, exigindo-se do Condomínio, então, a contratação de outra empresa para concluir os trabalhos. Isso impôs ao Condomínio custos adicionais de mais de R$ 20 mil em 2017. Foi aí então que foram checados os antecedentes e históricos do fornecedor. Poderia ter sido evitado com prévia análise não apenas nas redes sociais onde a pessoa física da sócia esbanjava ostentação, mas também forense e creditícia, o que a ACRESCE faz como condição para conceder seu SELO DE QUALIDADE, cuja pesquisa é renovada anualmente, em janeiro, podendo ser cassado a qualquer tempo.

Apenas para citar alguns outros exemplos: quem faria ações judiciais para reduzir as contas de energia elétrica (redução de 9,57% sobre as contas mensais) do Condomínio e também dos seus moradores ou proprietários/locatários de unidades comerciais, sem a cobrança de qualquer honorário? Quem proporia ação visando eliminação da tributação sobre receitas financeiras (4% sobre as receitas) sem qualquer honorário? Quem distribuiria ação contra a cobrança de 10% do FGTS nas demissões, sem honorários?

Quando a ACRESCE, em sua atuação social, conseguir que o Município de São Paulo regulamente a prostituição eliminando da rua profissionais do sexo e rufiões, restabelecendo a paz social no entorno e valorizando os imóveis cujos negócios (compra e venda e locação) encontrem-se por esses efeitos deletérios, paralisados ou, mesmo, retirando as feiras das ruas valorizando — em cerca de 43% de seu valor atual — os imóveis por elas afetados, quanto representa isso em termos de ganho para os associados?

Poderíamos citar muitos outros exemplos, mas isso demandaria muito texto e espaço. Deixamos à criatividade daqueles que se inteirem neste site do que a ACRESCE oferece, fazer essa comparação de custo x benefício para então concluir que os custos são comparativamente ridículos e, muito mais insignificantes ainda, se comparados aos possíveis ganhos/benefícios, diretos e indiretos, que nossa atuação propicia.

 

 

 

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